É considerada uma das mais belas praças da Europa, e ainda para deixar o local ainda mais encantador ao sul temos a beleza do estuário do Tejo. Antigamente antes da era dos transportes aéreos era ali que eram recebidos todos aqueles que vinham visitar Portugal. O seu primeiro nome foi Terreiro do Paço sendo ainda hoje usado por algumas pessoas, depois do terremoto de 1755. No princípio do século XVI, D. Manuel transferiu o Castelo de São Jorge para a parte ocidental. No ano de 1580, Filipe I de Portugal, mandou erigir um novo Paço Real que foi totalmente destruído com o terremoto. Já na era de Pombal foi dado o nome de Praça do Comércio, para traduzir uma nova ordem social que o Ministro de D. José I assim quis valorizar toda a classe social, financeira e burguesa que tanto contribuíram para a reconstrução de cidade de Lisboa. No centro da praça podemos ver a estátua de D. José montado em seu cavalo Gentil virados para o rio. Foi feita pelo escultor Machado ...
Tendo uma localização no centro de Madrid, é um dos pontos turísticos mais visitados e apreciados da capital Espanhola. A sua construção é entre o século XIX e XX, assim podemos considerar que temos uma construção moderna. Durante os anos 30 devido a guerra civil a sua obra ficou parada, a mesmo só foi retomada no ano de 194, quando um novo arquitecto introduziu estilo Neoclássico em seu exterior e seu interior podemos observar o estilo neogótico e neo-romântico na cripta. A sua consagração foi feita pelo papa João Paulo II no dia 15 de Junho de 1993. Sendo assim a primeira igreja a ser consagrada fora de Roma pelo Papa. Foi nesta mesma igreja que aconteceu o casamente do então Príncipe Filipe com a Dona Letizia, em 22 de maio de 2004.Foi o primeiro grande evento que aconteceu passado quase um século.
A caminho de Marvão podemos andar por caminhos ensombrados, castanheiras e muito verde, e somente interrompidos pelas paredes rochosas vertical do monte rematado pela alongada silhueta das fortificações – é Marvão, serra e vila. Acredita que a vila tenha origem moura que seu fundador, ou repovoador, Marvam, senhor de Coimbra, dera o nome de Marvão 55 anos depois de seus irmãos de raça e religião, invasores da Península, terem feito memorável mortandade entre a pobre gente cristãs destes sítios. D. Afonso Henriques foi o responsável pelo fim do domínio muçulmano em Marvão e D Dinis fortificou melhor e mais amplamente o seu castelo, que ocupava uma posição estrategicamente fundamental para a defesa da fronteira e como também para o domínio do vale do Sever. Quando estamos em Marvão temos a certeza que estamos num ponto muito alto que podemos ver as costas dos pássaros a voar. E não cansamos de apreciar a sua vasta paisagem. ...
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