" Deixo aqui o meu jardim cheio de flores, retirei todas as folhas caídas. Vivo cada minuto de minha vida como se fosse o último vivido. E cada hora passada não conto pelos ponteiros do meu relógio mas sim pelo pulsar do seu coração. E através de toda a minha existência contarei sempre com os amigos que conquistei e nunca pelos anos que viverei " .
As uvas estão já bem crescidas em alguns campos. Temos visto tanta beleza pelos caminhos rurais que andamos a fazer. Nunca imaginaria que poderia gostar tanto de fazer "rotas".
Sendo considerado Património Mundial desde o ano de 1983, podemos perpetua a memória da participação portuguesa na Grande Guerra de 1914-1918. No ano de 1921, eram trazidos para o Mosteiro da Batalha, os dois Soldados Desconhecidos vindos de Flandres e o outro de África Portuguesa (Angola e de Moçambique) que representaria todos os mortos em combate e como símbolo de sacrifício heróico do Povo Português. Em campa rasa, iluminado por um Lampadário Monumental, que mantém permanentemente a “ Chama da Pátria ”, ainda podemos ver a Guarda de Honra e a protecção dos mutilados “Cristo das Trincheiras” que acompanhou as tropas durante o conflito, sendo assim o Soldado Desconhecido encerra em si o símbolo dos milhares de portugueses que tombaram nas trincheiras da Flandres.
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